É a gangue do “capeta”?
Vou iniciar nosso editorial da semana de uma forma que não me é habitual, mas os acontecimentos me levam a isso. Vou dar uma de Antônio de Miranda da Silva, nosso Excelentíssimo vereador, presidente da Câmara Municipal de Itaúna, que, nos seus últimos discursos na tribuna da Câmara, no ano anterior, destacou que é vereador há 30 anos, que está no sexto mandato, que já foi vice-prefeito e presidente da Casa de Leis por mais de uma vez, que tem um trabalho e um nome a zelar e que não tem nada a esconder.
Pois muito bem, merece palmas. É o que acho, até porque, quando ele foi candidato pela primeira vez, levado para um partido pelo então vereador Pedro Paulo Pinto, para “carrear” votos para legenda, ninguém imaginava que o Toizinho do Seu João fosse eleito. Ele surpreendeu, entrou no mundo político, e nunca mais saiu. É surpreendente para uma pessoa, em minha opinião, mediana. Apreendeu a jogar, mas, também na minha opinião, não um jogo esperado pela sociedade num todo, mas o jogo para se manter no poder para mudar de vida, viver de política e fazer o que acha conveniente para tal, o que também não é crime. É imoral, mas é uma escolha que tem que ser respeitada, mas não tem que ser aplaudida a partir daí. Concordam?
Nunca tive nada contra o Senhor Antônio de Miranda Silva, mas confesso-me decepcionado, indignado e até desconfiado de suas atitudes rasteiras, baixas e zombeteiras à frente do Poder Legislativo, mais uma vez, essa é a minha opinião, principalmente quando acoberta um esquema montado para empregar baixaria, ataques e até achaques a colegas vereadores, que não rezam numa cartilha que está sendo colocada em prática por um vereador que tem sede de poder, e para isso é capaz de jogar rasteiro, de protagonizar intempéries, que já começam a ser notadas por todas as camadas da sociedade itaunense. Isso, em minha opinião, é fato, não é boato e muito menos afirmativa leviana. É fato, pelo menos em minha opinião.
Então quero expressar que, se eles acham que praticar baixaria, agredindo e tentando desacreditar pessoas, menosprezando o trabalho alheio, é o caminho, entendo estarem no caminho errado. Então vou, mais uma vez, dar uma de Toizinho do Seu João, deixando bem claro que não sou ninguém e não sou nenhum santo, mas tenho uma história construída com sacrifícios, muito trabalho e dedicação, e não foi construída com molecagens, sacanagens e manipulações, como fazem algumas figuras que tentam entrar para o hall dos itaunenses barranqueiros que amam o torrão.
Sou um profissional com 45 anos de carreira no jornalismo e há 30 sou editor de um jornal que foi fundado em 1944, pelo jornalista Sebastião Nogueira Gomide, o Piu, e teve jornalistas como Doutor e Professor Anis José Leão, Doutor José Waldemar Teixeira de Melo, Célio Silva, Juarez Campos, Sérgio Cunha, dentre outros, em suas redações e oficinas e como diretores/editores. Todos itaunenses de respeito e com folha de prestação de serviços à comunidade. Então me sinto orgulhoso de fazer parte desse time e, assim, não preciso provar nada a ninguém. É como dizem: nesta altura do campeonato...? E mais, não vou aqui destrinchar o curriculum vitae do Tonho do Seu João, e muito menos do tal “Pastor do Capeta”, vereador Kaio Guimarães, principal insuflador da esculhambação que se tornou a atual Câmara Municipal de Itaúna. Uma Câmara desmoralizada, com intempéries constantes e que já pode ser considerada a pior composição do Poder Legislativo de Itaúna desde a emancipação do Município. Essa é a minha opinião. Posso tê-la, acho.
Todas essas colocações são para mostrar que, na nossa Itaúna barranqueira, ordeira e respeitadora, e que conhecemos bem, normalmente, os forasteiros mal-intencionados nunca têm vez, e, tenho a certeza, não será desta vez, pois sempre fomos uma cidade onde o alto nível intelectual e moral imperou em toda a sociedade, independente de nível social e ou de formação acadêmica, pois sempre importou a formação moral. Esse sempre foi um fator preponderante para que pessoas de outros centros fossem aceitas pela comunidade local. Muitos foram e muitos continuam sendo, por mérito, conduta e respeito. E não adianta tentar fazer diferente, atacando, criando fatos, manipulando dados, inventando notícias e/ou desrespeitando os cidadãos ITAUNENSES. Porque não vai funcionar, não vai longe, já, já, a própria sociedade dá um basta na situação. Sempre foi assim.
Quanto à nossa pessoa, queremos deixar claro que não estamos preocupados com enquetes montadas e manipuladas, que nos colocam como uma pessoa sem credibilidade e que ninguém acredita no que falamos. Ora, acredita quem quiser, seja qual for a porcentagem. Analisamos isso com tranquilidade e a maturidade dos nossos 65 anos, sendo desses 50 anos de profissão. Ou seja, estamos no jornalismo desde os 15 anos e nunca fizemos página de fofocas e muito menos jornal para atacar a honra das pessoas. Trabalhamos como repórter em jornal grande e em rádio e nunca ultrapassamos os limites da ética e do bom jornalismo. Eu disse jornalismo.
E não vou me defender aqui. Quem vai fazer isso é a própria sociedade itaunense, que sabe quem eu sou e conhece bem o meu trabalho. Simples assim. Se acham que me atingiram com a tal enquete de 86% contra 14% de credibilidade, ou porque afirmaram que o jornal é vendido, estão enganados. Vendo espaço. É uma verdade. Como qualquer outro meio de comunicação vende. Mas vendo para quem eu quero. Não somos balcão de mercadinho. Nosso trabalho continua dia a dia e lá na frente vamos ver quem é quem. E mais, 14% é uma excelente média de credibilidade quando se trata de um trabalho jornalístico, pois nosso slogan sempre foi: JORNAL TEM QUE TER OPINIÃO. Temos, e isso mostra que 14% da comunidade Itaunense confia no que escrevemos, divulgamos e mostramos. Isso basta. É um sinal de que temos os formadores de opinião como leitores. Simples assim. Não somos página de fofoca e não precisamos apelar para mostrar nada, e muito menos precisamos brigar e discutir com quem assinalou SIM na enquete em que perguntam se o Renilton tem credibilidade. Os próprios propositores da enquete discutiram e brigaram com quem disse SIM. Afirmaram que muita gente não concorda. Ora, ora, é evidente que muita gente não concorda... E daí? É democracia, ninguém é unanimidade e muito menos temos a pretensão.
Fazemos nosso trabalho, que consideramos sério, e não temos que provar nada para ninguém, repito, nesta altura do campeonato...? Não vamos brigar, baixar ao nível rasteiro, zombeteiro e inescrupuloso da suposta “gangue de Betim”, essa é minha opinião. E patrocinada pelo “Pastor do Capeta”, que até hoje não conseguiu provar a que veio. Nem como cidadão. Essa é minha opinião. E assusta quando, em reunião partidária em São Paulo, ele é saudado como um político que foi “aprender a MATAR”. Não estou inventando, veja o vídeo replicado no site da FOLHA e que foi extraído das redes sociais. Essa é a postura do “homem” que, pressuponho, prega a palavra de Deus em um púlpito de igreja e depois vai para um plenário público ou nos bastidores de um poder constituído e faz tudo ao contrário, jogando baixo, manipulando informações e fazendo política rasteira para obter vantagens. Tempo ao tempo. Afinal, o melhor amigo do homem é o tempo... E esse dirá quem é o Senhor Kaio Guimarães, o “Pastor do Capeta”, como proclamou “o vereador Rosse em plenário e em plena reunião ordinária do Legislativo”, e que, em minha opinião e de muitos outros, comanda uma gangue que objetiva apenas atacar pessoas que não comungam com as preferências políticas do político, que não são éticas e de baixíssimo nível.
As urnas dirão a porcentagem de credibilidade deste jovem senhor, em minha opinião, sem escrúpulos. Ponto. Estou à disposição para um debate em alto nível. Quanto ao “jornalzinho mais SAFADO DA CIDADE”, mas que tem 30 anos de circulação ininterrupta, ele está aberto para o “Pastor do Capeta”, para suas colocações e pregações, desde que sejam embasadas em caráter, ombridade e, principalmente, verdade. Quanto à página de fofocas, apócrifa, e que não é um jornal, e que não tem registros em órgãos competentes e devidos, e que não tem jornalista responsável e muito menos endereço em nossa Itaúna, humana e pitoresca, não merece credibilidade alguma, pelo menos em minha opinião. Mas reafirmo, respeitamos a opinião deles e agradecemos pelos 14% registrados na enquete da semana passada, que deve ter sido montada em Betim e, com certeza, teve muita repercussão na casa do Toizinho do Seu João, do “Pastor do Capeta” e, muito provavelmente, em 14% dos mais de 22 mil seguidores da página de fofocas. Reafirmo: estamos à disposição.
Quanto aos ataques da semana passada, quem vai resolver é a polícia, a Justiça e, principalmente, a justiça Divina. Não é mesmo, Pastor?





