Coluna Chique - Por Mário Debique

Coluna Chique - Por Mário Debique
A bonitona Ana Alice, sempre presente nos eventos mais chics e elegantes da nossa cidade e região

Minhas exuberantes amigas Débora, da vizinha cidade de Pará de Minas, Jordana Diniz e Renata Pádua, do Grupo Celest

Estimada ex-primeira dama, Daniela Moreira, esposa do Dr. Neider Moreira, Dinha Cleuza, artesã, e o autor destas notas

Juiz Alex Matoso, sua digníssima esposa, Neném Otoni, e este escrevente

EDUCAÇÃO: RECICLAR É PRECISO - A educação caminha a passos largos, mas convenhamos que o caminho está cheio de entulho. Tem peça no tabuleiro que já passou da validade e o “prazo de garantia” expirou faz décadas. Não adianta passar verniz em madeira cupim: para a engrenagem girar com dignidade, trocar o que está desgastado não é opção, é higienização necessária. Entendeu? 

TÍTULO DE FACHADA - O reconhecimento virou barganha de esquina. Antigamente, honraria era mérito; hoje, parece brinde de quermesse. Se a ideia era homenagear por serviços prestados, esqueceram de avisar que “prestação de favores” e “conveniência política” não deveriam constar no currículo de quem recebe. Absurdo essas atitudes de “meninotes” que cheiram a PomPom. 

O LEGISLATIVO VIROU PLAYGROUND - Enquanto a rede social ferve com deboche, tem gente na “Casa do Povo” achando que governar é enquete de Instagram. Brincar de “voto de internauta” em assuntos sérios é o auge da preguiça legislativa. Se for para decidir as leis na base do clique, para que serve a cadeira, o terno e o salário? Ah ... poupe o Debique, poupe. 

MATEMÁTICA PARLAMENTAR - Dos dezessete edis que ocupam as cadeiras da nossa ilustre Câmara, a minha conta é bem enxuta: reconheço apenas quatro que realmente sabem o que estão fazendo ali. Os outros treze parecem estar fazendo figuração em filme de baixo orçamento, esperando o cachê cair na conta sem dizer uma fala sequer. Que marmota é essa, senhores?! 

OPERAÇÃO TATU-BOLA - A Gasmig resolveu transformar nossa cidade em um queijo suíço. É um fura-fura sem fim, uma obsessão em cavar buraco que deixaria qualquer tatu com inveja. O asfalto, que já não era grandes coisas, agora virou um mosaico de remendos. Alguém avisa que a gente quer transitar, não procurar petróleo. Desculpe-me, mas já está insuportável esse fura-fura. 

BRÍGIDA: A SALVAÇÃO DAS NOTAS - Um brinde à paciência e ao talento da jornalista Brígida, aqui do Jornal FOLHA do Povo. Ela faz a mágica da diagramação e a revisão cirúrgica das nossas notas com uma atenção que beira o milagre. Sem o olhar dela, este caos social não teria a elegância que apresenta. Valeu demais, Brígida. Não a conheço, mas tive primorosas referências de Maguinha a respeito da Jornalista. Um luxo!

SANTANENSE INTRANSITÁVEL - Passar pelo bairro Santanense, ali entre a ponte e a entrada da Praça de Esportes, exige curso de direção defensiva e paciência de monge. A empresa “tatu” passou por lá e deixou o rastro da destruição. Ir e vir virou um teste de resistência para a suspensão de qualquer veículo. Eita, gás que não mostra resultado efetivo, minha gente! 

CIRCUITO POP NO TROPICAL - Para quem cansou de reclamar da vida, logo mais tem a Festa Pop no Tropical. É a chance de ver e ser visto, descer do salto (ou subir nele) e esquecer que, lá fora, o mundo está desabando em buracos. Pelo menos na pista de dança, o trânsito flui... Valeu, Marcinho Hakuna, por nos prestigiar com uma mesa no evento. Gente chic, né, gente? 

O NÓ DA SILVA JARDIM - Entra dia, sai dia, e a rotatória da Silva Jardim com a Avenida Brasília continua sendo o Triângulo das Bermudas de Itaúna. Nada melhora, nada muda. O fluxo trava, a paciência esgota e a solução parece estar guardada em alguma gaveta que ninguém tem a chave. Quem tá no governo, digo, na administração da pasta? 

O RUM DE OURO - Sair à noite em Itaúna virou investimento de risco. Tem barzinho cobrando 60 reais por uma dose de rum e detalhe: sem a Coca-Cola. Nesse preço, eu espero sinceramente que o gelo seja feito com água importada dos Alpes e que o copo venha cravejado de diamantes. Sem noção esses empreendedores da noite. Santa inflação. O litro lacrado da bebida custa menos de sessenta reais. 

SOS CAIXA ECONÔMICA - Mais amor e, principalmente, mais agilidade no atendimento da Caixa, por favor. A qualidade só degrada, a espera só aumenta e o respeito ao cliente parece ter ficado em alguma conta encerrada. É um teste de sobrevivência para quem só queria resolver a vida financeira. E os caixas eletrônicos? Pai eterno, que lástima! 

EXCELÊNCIA NA MINERITA - Enquanto alguns patinam, a Minerita mostra como se faz. Com a campanha #VemSerMinerita, a empresa justifica sua fama de lugar humano para se trabalhar. Quando a competência encontra a valorização do pessoal, o resultado não é apenas lucro, é respeito. Exemplo a ser seguido. Nota mil, Cássio, herdou a diplomacia do pai, saudoso Sr. Dilson. 

POLÍTICA “MARIA VAI COM AS OUTRAS” - Temos um certo político que é o mestre da indecisão. Desde que foi eleito, não sabe quem apoia ou de que lado fica. Nem Maria ele é, mas segue o fluxo de onde o vento sopra mais forte. No muro dele não nasce nem grama de tanto que ele pisa para ver qual lado está mais verde. Decide aí, Zé Ruela. 

FINAZINHO - Gostou? Ótimo. Do contrário, tome um paracetamol que a dor passa. Críticas, elogios ou desabafos, me procurem nas redes sociais: @mariodebique. Haja luz e beijos de luz.