Coluna Chique - Por Mário Debique

A diretora da Escola Padre Waldemar, educadora Kátia, e a linda Ana Rafisa

Querido e estimado Padre Cristian Shankar e a sua mamãe, Ana Maria, em viagem de descanso

Conceituada e querida odontológa Dra. Flávia Antunes e este escrevente
OI, MEUS LEITORES LUXUOSOS - Aqui está a nossa coluna social, redigida com o vernáculo apurado que a elite exige e a acidez necessária para manter os ânimos devidamente aquecidos. Vamos acompanhar? E não esquece de nos dar um feedback, OK, lindinhos?
VITRINE SOCIAL E A MÁQUINA NÃO PARA - O nosso alcaide descobriu a fórmula da onipresença. Entre uma ordem de serviço e um corte cinematográfico para o Instagram, ele executa, inaugura e, claro, engaja. Se a política é o palco da vida pública, ele é o protagonista absoluto, confirmando que ser POP não é apenas uma tendência, mas uma estratégia de poder meticulosamente editada. Prefeito midiático é outro nível.
O ÁPICE DO CALENDÁRIO - Preparem os trajes e o fôlego: o Funeral da Porca desponta no horizonte. Não estamos falando de um evento comum, mas de uma das promoções de mais alto nível da nossa geografia social. É o momento em que a sofisticação se encontra com a euforia, reafirmando que certas tradições são, por definição, insubstituíveis. É uma festa que movimenta a vida da cidade. Roinc Roinc!
ESPIONAGEM NO VAREJO - O mundo é um grão de areia. Encontrei uma conhecida comerciante local em Divinópolis, sacolas em punho e olhar atento. O detalhe? Ela abastecia o estoque para revender por aqui com aquela margem generosa. Fica o registro: eu vi, ela sabe que eu vi, e o mercado é soberano, mas a discrição passou longe.
ELEGÂNCIA NO TROPICAL - Vem aí a Festa Pop no Tropical e, se os rumores de bastidores estiverem corretos, a palavra de ordem é impecabilidade. Um evento desenhado para quem não abre mão do conforto e do bom gosto das músicas. Será, sem dúvida, o epicentro do brilho social da temporada. Alô, Hakuna!
CAOS SOB AS RODAS - A empresa de gás, sim de Gás, parece ter adotado a cidade como um eterno canteiro de obras. A paciência do motorista é testada diariamente em labirintos de cones e buracos que parecem não ter fim. O progresso é bem-vindo, mas a logística atual beira o desrespeito com o fluxo urbano. E não vejo resultados, esse é o problema.
REALEZA DE PAPEL - Há quem ostente o título de Miss com a mesma facilidade que se compra uma rifa. Participar de certas competições que mais parecem o “concurso da rainha da pipoca”, em que o mérito é medido pela venda de cartelas exige uma coragem que eu, humildemente, chamo de falta de espelho. Quanta coragem, minha filhota.
O DELÍRIO DO PODER - Impressionante a metamorfose do político de primeiro mandato. Mal ocupou a cadeira e já se sente o herdeiro de uma dinastia inexistente, com uma arrogância proporcional à sua inexperiência. O poder, para quem não tem base, é um perfume que evapora rápido demais. Sem falar que ele está se transformando em um chato de galochas. Ave, Santana do Rio São João!
LUZES SEM SENTIDO - Sobre os nossos semáforos que insistem no modo “pisca-pisca”: o silêncio é meu melhor comentário. Uma sinalização que deveria alertar, mas apenas confunde, é o retrato de uma manutenção que dorme em berço esplêndido, enquanto o trânsito flerta com o perigo. E o engraçado é que o desrespeito é iminente lá pras bandas do Bairro Garcias, onde o semáforo não funciona há meses.
EUROPA NO CARNÊ - O feed do Instagram transborda fotos em Paris e Roma, mas a fatura do cartão é uma epopeia trágica. Viajar é cultura, mas passar os próximos dois anos à base de dieta de ovo para quitar o parcelamento é, no mínimo, uma escolha estética questionável. O glamour tem um preço, e às vezes ele é alto demais para o estômago. Coitados, sabe-se que são apenas fotos postadas e nenhum roteiro feito por prazer. Iludidos.
PÁSCOA ADULTERADA - Um alerta para a Vigilância Sanitária: certa loja local decidiu que “promoção” é sinônimo de desrespeito ao consumidor. Vender ovos de Páscoa vencidos, com textura de pura parafina, não é comércio, é atentado ao paladar. O chocolate era amargo, mas o prejuízo para a reputação será ainda pior. Isso sem falar na diarreia, né?
CRISTALINA VERDADE - A transparência nas relações sociais é como um bom vinho: nem todos suportam a acidez, mas ninguém nega o seu valor. A verdade dói apenas em quem vive de aparências, e aqui a gente prefere o desconforto do real ao conforto da mentira. Leram tudo? Satisfeitos?
O PESO DA CANETA - Nesta coluna, a credibilidade não é um acessório, é o alicerce. Cada nota é um reflexo do que a cidade murmura nos corredores e o que a elite finge não ver. Seguimos firmes, com o olhar atento e a língua afiada para quem merece o devido destaque. E outra, convites para eventos e festas, além de ser para área vip, têm que ter combo abastecido, OK?
EPÍLOGO COM VENENO - Encerro esta edição com a dose exata de veneno que ela exige para que o fim de semana seja memorável. Que a consciência de uns seja tão leve quanto as promessas de outros. Um prazeroso e inquietante fim de semana a todos. Beijinhos DEBICANO






