SAÚDE - Esposas de Edis atendidas no Hospital
No feriado de Carnaval, conforme informações chegadas à reportagem da FOLHA, dois vereadores buscaram atendimento médico no Hospital “Manoel Gonçalves” para suas respectivas esposas. O edil Tidinho, conforme apurado, levou sua esposa na segunda-feira, 16, para receber atendimento médico devido a dores que estava sentindo. E o atendimento gerou reclamação do edil de que “passaram outra pessoa na frente na hora do atendimento”. O problema está sendo apurado, porém as primeiras informações apontam a necessidade de se respeitar as regras do Protocolo de Manchester para o atendimento nas unidades de saúde, de urgência e emergência.
Conforme explicado, cada paciente a ser atendido passa por uma triagem e recebe uma identificação por meio de uma “pulseira” com determinada cor. Os casos de emergência são os prioritários para atendimento e recebem pulseiras vermelhas; em seguida, os casos muito urgentes, com pulseiras laranja; os urgentes recebem pulseira amarela; os casos pouco urgentes, pulseiras na cor verde; e os não urgentes, pulseiras azuis. Assim, se você está com uma pulseira na cor verde e chega alguém classificado na cor amarela, ele vai passar à frente, sob pena de o médico e até o Hospital ser penalizado. Conforme as primeiras evidências, foi este o caso ocorrido.
Segunda situação: muito estranha!
Em um outro atendimento, o vereador teria levado a esposa para ser atendida com uma fratura no nariz. No registro do caso, o próprio edil teria informado, ao preencher a ficha de atendimento, que seu filho, de dois anos, estava brincando com a mãe. Que, em determinado momento, ele moveu o braço rapidamente e acertou o nariz da mãe. Com isso, o nariz da senhora quebrou. Com o impacto de movimento de braço de uma criança de dois anos de idade...





