Posicionamento político centrado na vaidade. E só!

Posicionamento político  centrado na vaidade. E só!

Estamos no 16º mês da atual Legislatura e não é a primeira vez que discutimos ou nos posicionamos aqui sobre o tema em pauta. Como já afirmamos em outras oportunidades, temos uma legislatura que, talvez, pelo menos no nosso olhar de jornalista que cobre as reuniões semanalmente e o dia a dia dos vereadores, seja uma das piores das últimas quatro décadas. Aliás, posso afirmar que é. E afirmo isso com tristeza, pois, teoricamente, pelo menos mais de 50% dos vereadores deveriam ter uma atuação melhor em todos os sentidos, sejam eles político, legislativo e/ou jurídico, mesmo sem uma formação na área jurídica, uma vez que o estudo da Lei Orgânica, do Regimento Interno da Câmara e do Direito público-administrativo ajudaria no exercício diário da função para qual foram eleitos.

Ninguém precisa se tornar catedrático para o exercício de uma função pública, mas, pelo menos, precisa saber em que chão está pisando, e para isso é necessário um conhecimento básico das leis que regem esta função. No caso da função de legislar, o que precisa ser ressaltado, mais uma vez, é que os vereadores da legislatura vigente precisam, primeiro, entender que legislar é atuar em função de leis, e não em função de posicionamentos individuais com conotação exclusivamente política, o que faz com que o município fique à mercê das predileções do vereador e não evolua no seu processo administrativo. 

Como pode um prefeito tentar melhorar o processo de desenvolvimento da cidade, e mesmo a prestação dos serviços ao cidadão, se ele encontra entraves em todos os sentidos no Poder Legislativo? E o pior é que esses entraves são criados por causa do raciocínio individual, pois a maioria dos vereadores não aceitam a discussão em prol de um todo e não conseguem enxergar que não têm capacidade de interpretação das leis e da situação política. E muito menos conseguem visualizar de forma comunitária os motivos que levam o chefe do Executivo a propor mudanças em função da necessidade de buscar melhorias administrativas para que os serviços possam melhorar para a população. 

Não tenho nada contra nenhum vereador pessoalmente e no exercício na função pública, mas me reservo o direito de criticá-los como profissional e também como cidadão. É um direito meu. E, assim, fico muito à vontade para criticar um vereador como o Gustavo Barbosa, que tem formação superior, é dentista, e poderia estar usando a sua capacidade para interpretar as leis, as demandas da cidade, do Executivo e do próprio Legislativo, para que a máquina pública possa trabalhar com mais eficiência e presteza ao cidadão. Mas gasta o seu tempo, que creio ser precioso, ou pelo menos deveria, com interceptações sem sentido, com poucas argumentações sólidas e, mais que isso, com posicionamentos sem técnica e visivelmente políticos, porém “embaralhados”, no estilo sonso de ser. Estudar mais as leis e dedicar mais a um todo seria a melhor forma dele atuar. Mas ele prefere obstruir, no sentido literal da palavra, do que construir, discutindo um todo e com os dois lados. E, para piorar, o nosso Gustavo Dornas Barbosa, um moço bom e bem-educado (no sentido literal da palavra), ainda se diz aliado do Executivo e amigo do prefeito. Então só cabe uma reação: Meeeeuuu Deus! 

Mas pior que o Gustavão são os despreparados para o cargo que foram jogados no plenário pelas redes sociais e não sabem o que estão fazendo lá, mesmo tendo alguns deles no segundo mandato. Um bom exemplo é a Ana Carolina, que agora não quer ser chamada de “Carol dos Cachorros”. Ora, vai para as redes e se coloca como defensora, protetora e centra o seu trabalho nisso. Briga com o prefeito, entra em plenário carregando o cachorro, fala (não faz discurso, porque não consegue), esbraveja e, depois, “solta os cachorros” nos bastidores, inclusive na imprensa, porque não quer ser chamada de “Carol dos Cachorros”. Só cabe uma reação: Ora, ora, ora!!! Meeeeuuu Deus!

E, além dos dois, tem o Kaio Guimarães, que também é um dos que não aprenderam no primeiro mandato. É um vereador que, até o momento, não contribuiu em nada para o município. Só pensa nele, nele e depois nele. Um direito seu, porém, foi eleito para trabalhar em prol da cidade, e não em prol da carreira política que pretende construir. Tudo que faz, em minha opinião, é pensando em prejudicar alguém, não joga limpo, às claras, mais uma vez, em minha opinião, não é confiável e não faz bem para a cidade. E, também em minha opinião, trabalha, inclusive, contra ele mesmo, pois não vai conseguir alavancar uma carreira brigando com a maioria e não sendo confiável. E, mesmo sendo ou se mostrando assim, não gostou de ser chamado de “Pastor do Capeta” por um colega em plenário e numa reunião ordinária e nem de ver isso repercutido na imprensa local, especificamente aqui na FOLHA. O que fez? Fez denúncia criminal contra este jornalista, como fez contra outros políticos, inclusive, contra colegas de plenário. Então só há uma reação: Meeeeuuu Deus! É burro.

E, em meio a tudo isso, mais alguns dos nobres vereadores, com ênfase nos citados e mais meia dúzia, incluem-se aí: Dona Márcia, que se acha a “dona da saúde pública municipal”; o Wenderson, que se agarra em pouca coisa, mas ainda não mostrou a que veio; o Dalminho, que está mais perdido que cego em tiroteio; o gente fina Léo da Rádio, que, para não entrar em polêmica, fica na dele, é aquele que não está “nem prá lá e nem pra cá”; e o Gui Rocha, que gosta de uma polêmica para se tornar midiático. Está aprendendo, vai chegar lá... Acho. E tem o Beto do Bandinho, que não está onde quer e evita mostrar que está onde está. É inteligente, fica na sua, mas é outro que não sabe o porquê está no plenário. Apenas foi... E não posso esquecer o meu amigo Lacimar, o Treis, que centra o mandato no assistencialismo e faz o que o Neider quer. Então, nesta demonstração de que não temos um Legislativo preocupado com o município porque não sabe o que é legislar, ainda temos que aturar, e faz tempo, uma figura como o Tonho do Seu João, que só tem esperteza e é outro que só pensa nele, nele e nele. Então: meeeuuu Deus! 

Como não tenho espaço para dissertar ou “dissecar” sobre os 17, tiro quatro ou cinco em condições políticas para exercer o mandato. E, assim, entra prefeito e sai prefeito, Itaúna vai sendo administrada do jeito que dá, porque sempre temos um bando de incompetentes sentados nas cadeiras representativas em se tratando de Poder Legislativo. Mas é aquela máxima que nunca fica velha: “Cada povo tem o governo que merece”. Ou melhor: “Cada povo tem o representante que merece”. Eita terrinha barranqueira de Borba Gato!!! Vamos em frente.  

Por Renilton  Gonçalves Pacheco