PRESÍDIO “PRESO” À FALTA DE ESGOTO
Caso foi principal tema de debate na Correição Geral de 2025, realizada no dia 8, quinta-feira
Um presídio com 306 vagas e toda a estrutura necessária para abrigar os presos em cumprimento de pena na cidade está prontinho, “estalando de novo”, como diriam os mais antigos. A unidade fica nas margens da MG-050, sentido Divinópolis, logo após a entrada para a Granja Alvorada, à esquerda. Enquanto isso, presos se amontoam na cadeia velha da Rua Santana, ultimamente denominada de presídio, sem as mínimas condições humanitárias, até de sobrevivência. Se os defensores dos “direitos humanos do ex-presidente” fizessem uma visita à cadeia da Rua Santana, eles saberiam o que é realmente a falta de condições mínimas de dignidade aos presos. Mas esse é um outro assunto e que parece também não ser preocupação dos defensores dos direitos humanos da atualidade. Mas voltemos ao caso: enquanto o presídio novo assim permanece, por falta de uso, o velho vai se comprometendo cada vez mais, em termos de estrutura. Isso porque, ao construir a nova unidade, não se planejou uma rede de esgoto necessária à vazão dos detritos de uma unidade onde conviverão cerca de 500 pessoas diariamente. Nem a rede de fornecimento de água com essa capacidade foi planejada. E pronto, o presídio novo aguarda a construção das redes de água e esgoto, enquanto a cadeia velha da Rua Santana vai se mantendo, mesmo sem as condições sanitárias necessárias.



