Poste quebrado e escorado com pau ameaça fornecimento de energia do Hospital Manoel Gonçalves

Moradores e leitores da FOLHA relatam negligência da CEMIG e de empresa terceirizada; estrutura está escorada por pedaços de madeira em esquina do bairro São Judas Tadeu.

Poste quebrado e escorado com pau ameaça fornecimento de energia do Hospital Manoel Gonçalves
Envida por um seguidor
Poste quebrado e escorado com pau ameaça fornecimento de energia do Hospital Manoel Gonçalves
Poste quebrado e escorado com pau ameaça fornecimento de energia do Hospital Manoel Gonçalves

Uma situação de perigo iminente tem tirado o sono de moradores e usuários do sistema de saúde em Itaúna. Leitores da FOLHA encaminharam uma denúncia sobre o estado de conservação de um poste de energia localizado na esquina com da Avenida Doutor Miguel Augusto Gonçalves com Rua Senocrit Nogueira, no bairro São Judas Tadeu.

O poste em questão, que sofreu danos estruturais e apresenta risco de queda, recebeu apenas um "reparo" paliativo: uma viga de madeira foi amarrada à estrutura para tentar mantê-la de pé. Segundo relatos, a empreiteira a serviço da CEMIG esteve no local, mas não realizou a substituição necessária, limitando-se ao escoramento improvisado.

A preocupação da comunidade é fundamentada na importância estratégica dessa rede elétrica. O poste é um dos responsáveis por levar energia ao Hospital Manoel Gonçalves. Uma eventual queda da estrutura não resultaria apenas no bloqueio da via ou em danos materiais, mas na interrupção do fornecimento de energia para a unidade hospitalar.

"Se aquele poste cair, ele deixa o hospital sem energia. Isso coloca o funcionamento de aparelhos e a vida de pacientes em risco. É um absurdo e uma negligência total tanto da CEMIG, P que já deveriam ter tomado providências definitivas", afirma um dos denunciantes.

A população cobra uma ação imediata das autoridades competentes e da concessionária de energia. O paliativo instalado pela empreiteira é visto como insuficiente diante da gravidade do cenário, já que a estrutura permanece instável em uma área de grande circulação de veículos e pedestres que se deslocam para o hospital e para a região da Rua São João.