Sucessão em MG tem embate entre vice governador e presidente da AMM
AMM | Divulgação O cenário da sucessão ao Governo de Minas Gerais ganhou novos contornos após um embate público entre o vice-governador Mateus Simões e o presidente da Associação Mineira de Municípios e prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão. Ambos são citados nos bastidores como possíveis nomes na disputa pela sucessão do governador Romeu Zema. O embate teve início após críticas envolvendo a colaboração das prefeituras no custeio de serviços que são de responsabilidade do Estado, especialmente na área da segurança pública. Em publicação nas redes sociais, o vice-governador ironizou a atuação do município de Patos de Minas nesse apoio. | O vice-governador afirmou que, após reclamações do prefeito, determinou o cancelamento de todo o apoio que a prefeitura oferecia à Polícia Militar no município, alegando que, após verificação, essa colaboração se limitava à cessão de dois estagiários. A declaração provocou reação imediata de Falcão, que contestou a versão apresentada e ampliou o tom do debate, trazendo a discussão para a realidade enfrentada pelos municípios do interior. | O prefeito lamentou a postura do vice-governador e afirmou que ela demonstra desconhecimento sobre o cotidiano das cidades fora da capital. Segundo ele, os municípios convivem diariamente com os desafios enfrentados pela polícia estadual, como baixo efetivo e falta de equipamentos adequados. Em Patos de Minas, a prefeitura mantinha 13 servidores cedidos à Polícia Civil, além do pagamento de aluguel e da disponibilização de estrutura física. Para Falcão, minimizar esse apoio significa desconsiderar e ridicularizar o interior de Minas, que concentra cerca de 80% da população e tem papel central na dinâmica econômica do estado. O episódio evidencia o acirramento do debate político em torno da sucessão estadual e reforça o protagonismo do municipalismo no discurso de possíveis pré-candidatos. A troca de críticas públicas também expõe tensões históricas entre Estado e municípios quanto à divisão de responsabilidades e recursos, tema recorrente na agenda política mineira.
AMM | Divulgação
O cenário da sucessão ao Governo de Minas Gerais ganhou novos contornos após um embate público entre o vice-governador Mateus Simões e o presidente da Associação Mineira de Municípios e prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão. Ambos são citados nos bastidores como possíveis nomes na disputa pela sucessão do governador Romeu Zema.
O embate teve início após críticas envolvendo a colaboração das prefeituras no custeio de serviços que são de responsabilidade do Estado, especialmente na área da segurança pública. Em publicação nas redes sociais, o vice-governador ironizou a atuação do município de Patos de Minas nesse apoio.
| O vice-governador afirmou que, após reclamações do prefeito, determinou o cancelamento de todo o apoio que a prefeitura oferecia à Polícia Militar no município, alegando que, após verificação, essa colaboração se limitava à cessão de dois estagiários.
A declaração provocou reação imediata de Falcão, que contestou a versão apresentada e ampliou o tom do debate, trazendo a discussão para a realidade enfrentada pelos municípios do interior.
| O prefeito lamentou a postura do vice-governador e afirmou que ela demonstra desconhecimento sobre o cotidiano das cidades fora da capital. Segundo ele, os municípios convivem diariamente com os desafios enfrentados pela polícia estadual, como baixo efetivo e falta de equipamentos adequados. Em Patos de Minas, a prefeitura mantinha 13 servidores cedidos à Polícia Civil, além do pagamento de aluguel e da disponibilização de estrutura física. Para Falcão, minimizar esse apoio significa desconsiderar e ridicularizar o interior de Minas, que concentra cerca de 80% da população e tem papel central na dinâmica econômica do estado.
O episódio evidencia o acirramento do debate político em torno da sucessão estadual e reforça o protagonismo do municipalismo no discurso de possíveis pré-candidatos. A troca de críticas públicas também expõe tensões históricas entre Estado e municípios quanto à divisão de responsabilidades e recursos, tema recorrente na agenda política mineira.



