Itaúna perdeu 1.404 empregos em 2025
Dados do Caged referentes a outubro mostram que o município teve mais 338 demissões de trabalhadores formais
Itaúna voltou a apresentar quadro negativo na geração de empregos com carteira assinada, conforme os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED, do Ministério do Trabalho, divulgados na quinta-feira, 27. Conforme os números apresentados, Itaúna perdeu 338 postos de trabalho formais em outubro. Com isso, já são 1.404 demissões de trabalhadores formais em 2025. Os dados de Itaúna, mês a mês, demonstram que apenas em fevereiro o saldo foi positivo, além das três vagas criadas em setembro. Em oito meses, dos 10 já catalogados, Itaúna apresentou saldo negativo.
Em janeiro, foram 107 demissões; mais 666 em fevereiro; 379 em março; 97 em abril; 174 em maio; 178 em junho; 755 em julho; 45 em agosto; e 338 em outubro. No mês de fevereiro, o saldo foi positivo em 666 novas vagas e em setembro o saldo foi de três empregos gerados. Com isso, o estoque de empregos – que indica o número de pessoas trabalhando com carteira assinada –, que era de 32.226 em Itaúna em dezembro de 2024, caiu para 30.822 em outubro passado, apontando assim as 1.404 demissões ocorridas.
Na região, dentre as quatro maiores cidades, apenas Nova Serrana teve saldo positivo, com 3 novos empregos gerados. Divinópolis apontou 26 demissões; e Pará de Minas, outras três. Itatiaiuçu, por sua vez, gerou 34 novos empregos. O estado de Minas Gerais também teve saldo negativo, com 4.802 demissões, sendo o setor do agronegócio o que mais demitiu em Minas.
As demissões por segmento econômico
Conforme os dados divulgados, o setor do agronegócio contratou três trabalhado-res em outubro. A Indústria demitiu 121. O setor da Construção Civil foi o que mais demitiu: 207 trabalhadores. O Comércio demitiu 10 pessoas; e o setor de Serviços fez duas demissões. Um caso de demissão não teve o setor identificado.






