PEDIDO DE SOCORRO! - Tráfico, bagunça, zoeira, na Jove Soares

Moradores da região afirmam que não sabem mais a quem recorrer contra os muitos abusos

PEDIDO DE SOCORRO! - Tráfico, bagunça,  zoeira, na Jove Soares
Foto: Divulgação
PEDIDO DE SOCORRO! - Tráfico, bagunça,  zoeira, na Jove Soares

Uma senhora com olheiras e um homem bastante exaltado. Duas crianças próximas, incomodadas com a situação, reforçam as reclamações dos pais. Essa foi a situação com que a reportagem se deparou, mais uma vez, ao receber reclamações quanto à bagunça que vem acontecendo na Avenida Jove Soares, principalmente, em frente à pista de skate. Conforme um dos reclamantes, um comércio que vende bebidas no local é o ponto de encontro de pessoas dos mais diferentes tipos. Usuários de drogas são vários. Traficantes, também. Carros com o som ligado no último volume. Muita bebida e muita droga sendo consumida.

“Olha, moço, tem três noites que não consigo dormir, de tanta bagunça que eles fazem por aqui”, disse a senhora, à beira das lágrimas. O homem, nervoso, disse que já até pensou em “fazer uma besteira”, para tentar acabar com a verdadeira zona que aprontam no local. Conforme as reclamações, a bagunça começa na quarta-feira e se estende até o domingo, aumentando de intensidade a cada semana.

Os reclamantes afirmam que já acionaram a polícia, diversas vezes, sem sucesso. “Quando a polícia atende à solicitação e manda uma equipe até aqui, o pessoal dá uma baixada no som, escondem as drogas, ficam mais calmos e recomeçam a bagunça assim que a viatura vira a esquina”, aponta outro reclamante. Afirmam que já tentaram vários canais de reclamações, sem solução, e que, mais uma vez, apelam para a imprensa, para tentar fazer com que alguma autoridade possa intervir de forma a acabar com o problema. 

O local, como afirmam, tem de tudo um pouco, ou muito: drogas como maconha, cocaína, crack e outras espécies; sexo em via pública; bebidas sendo consumidas em larga escala, inclusive, por menores; brigas; palavrões... Moradores alertam que, além do incômodo, temem pela segurança de suas famílias. “Vai ser preciso matar um vagabundo desses para alguma autoridade tomar uma atitude?”, esbravejou um outro reclamante, também demonstrando estar muito contrariado com a situação. 

Com a palavra as autoridades responsáveis: Polícia, Prefeitura, Câmara, Ministério Público, Justiça...