EMPREGO - CAGED mostra que Itaúna teve novo saldo negativo
Mês de julho teve o terceiro déficit na geração de novas vagas, que caíram para 728 neste ano no município
Pelo terceiro mês consecutivo, a geração de empregos com carteira assinada em Itaúna apresenta saldo negativo. Conforme a divulgação feita na última semana, pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), foram constatadas 130 demissões em Itaúna. Assim, nos últimos três meses, foram registradas 244 demissões. Nos primeiros quatro meses, foram registradas 972 admissões, o que dá um saldo positivo nos sete primeiros meses de 2026 em Itaúna, com 728 contratações.
Mês a mês, os resultados de contratações e demissões foram os seguintes: janeiro, 228 contratações; fevereiro, 132 contratações; março, 415 contratações; abril, 197 contratações; maio, 111 demissões; junho, 3 demissões; e julho, 130 demissões.
A expectativa da população é de que essa sequência seja quebrada em agosto e o município passe a gerar novas contratações, a partir de então. Inclusive, para combater essa sequência negativa, está programado o segundo feirão do emprego, para o dia 11 de setembro.
Qual setor contratou e qual demitiu em julho?
Apenas o setor da indústria apresentou saldo positivo em julho na cidade, com quatro contratações. Todos os demais demitiram, com a área da construção civil demitindo 62 trabalhadores e liderando o ranking negativo. O segundo setor que mais demitiu foi o comércio, com 55 dispensas de trabalhadores. O setor de serviços demitiu outros 9 trabalhadores; e, por fim, o agronegócio demitiu outros 8 trabalhadores.
Dessa forma, a indústria continua sendo a maior empregadora do município, com 10.931 trabalhadores com carteira assinada. Em seguida, está o setor de serviços, com 10.272 trabalhadores. O setor do comércio vem em terceiro, com 5.377 trabalhadores com carteira assinada. A construção civil está na quarta posição, com 2.637 trabalhadores e, por fim, o agronegócio, em quinto, com 470 trabalhadores. No total, Itaúna mantém um estoque de 29.687 trabalhadores com carteira assinada.
No Brasil, mais uma vez, o saldo da geração de empregos com carteira assinada foi positivo, chegando a 58.568 novos empregos criados. Minas Gerais apresentou saldo positivo de 5.199 novos trabalhadores contratados com carteira assinada.





